Em terra firme.

Posted: 01/09/2010 in Em terra firme

Difícil acostumar-se com a terra firme, sentir a falta da energia do mar sob os pés. Ando pelo estaleiro deste porto um tanto assombrado com o mundo que se mostra ao meu redor como também curioso para saber sobre ele.

Tudo é novidade, um pescador que sentado no estaleiro me acompanha com os olhos desde o aportar de minha nau até minha difícil caminhada por este estaleiro. Outros marujos e pescadores tocam sua vida sem dar importância a minha presença, estão tão acostumado com essa movimentação em terra firme que passo despercebido (exceto pelo pescador que me fita) e isso me encoraja a cada passo.

Tenho a certeza de minha nau ancorada onde voltarei sempre ao final do dia para sentir ao dormir a energia do oceano sob o casco, para nunca esquecer minha origem.

Nau à Deriva

Posted: 24/06/2010 in Nau à deriva

É estranho como o destino nos prepara a vida, nem faz tanto tempo eu me via perdido em meus objetivos, via muitos portos mas nenhum para atracar. Procurava me manter sereno e lúcido nas mais densas tempestades, até que a luz de um farol se acendeu, norteando minha vida novamente.

Chegando perto do porto pude ver a praia de onde tinha partido e nunca tinha notado como é bela.

O poder da Palavra

Posted: 22/10/2009 in Alheios e ao vento
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Dizemos não a nós mesmo com uma facilidade surpreendente, esquecendo do poder da palavra, o não realmente educa, ensina, mas tem hora certa para ser dito, evite dizer coisas como: “Não estou ganhando dinheiro hoje.”, pode parecer besteira, mas esse Não vai ecoar muito no seu dia, de pouco adiantará ser muito otimista, é sempre bom umas pitadas de realismo no dia a dia. Então diga assim: “Sim, hoje estou ganhando dinheiro!” (só não diga em voz alta para não atrair outros interessados em seus ganhos) aí no final do dia você faz um balanço de como foram seus ganhos.

Abaixo segue um texto do Paulo Coelho

O que plantamos, colhemos

Postado por Paulo Coelho em 22 de outubro de 2009 às 00:43

O pessimismo contagia. O derrotismo contagia. A desesperança contagia.

As pessoas que tem sensibilidade suficiente para enxergar auras (vibrações energéticas que envolvem os seres vivos), percebem que – antes da doença física penetrar no corpo, parte da energia vital é drenada pelo cérebro aflito e preocupado. Tudo aquilo que colocarmos no dia de hoje, nos será devolvido de alguma maneira – num ciclo muito semelhante aquele que vemos na natureza.

“O que plantamos, colhemos”, diziam nossas avós.

Elas nunca escutaram palavras como ecologia. Mas nesta simples frase – “o que plantamos, colhemos” – está parte da sabedoria que o universo nos ensina.

Cada momento de nossa realidade é diretamente influenciado pela nossa maneira de achar como uma “realidade” deve ser.